segunda-feira, 15 de junho de 2009

Feriado em Rio das Ostras

Eu não comemorei o dia dos namorados mas certamente não deixei de me divertir no dia 12 e os outros dias do feriado.

Eu já não via meu pai The Old Man a muito tempo, então combinei com ele que iria para a casa dele nesse feriadão mesmo. Com trabalho do técnico por fazer e tudo o mais!! (o Grimoni que me perdoe! >_<)
Depois de uma singela festinha na casa do meu amigo Mauro (putaria com churrasco, piscina gelada e bêbado dormindo pelado no banheiro) eu fui pra casa do meu genitor. Encarei uma solitária viagem d 3 horas, ao som de Elvenking, Sepultura, Quinteto Armorial, Slayer e Iron Maiden, pra chegar lá às 10.
"Bela hora pra fazer nada" eu pensei. Me enganei! O meu pai me deu de grátis uma aula sobre filósofos marxistas e me emprestou dois livros: o Manifesto do Partido Comunista, que eu já estou para ler a 3 anos!!(versão da L&PM Pocket) E "Nascimento", do Eduardo Galeano. Estou muito contente com os livros ^_^

No dia seguinte, após percorrer com meu pai e o caseiro por algumas horas, resolvendo questões de obras e consertos e procurando um cabo PP de 5 fios pro carro quebrado novo do meu pai (se alguém de automobilística, estiver lendo e tiver um sobrando, me avise), após ouvir meu pai me contar histórias diversas dos anos 80 - incluindo como ele dispensou o melhor salário de toda a vida dele, por motivos ideológicos (corajoso e justificado) - e após quase acabar com o resto de vodka e St. Remy da quinta-feira, nós fomos pro festival de Jazz =D
O Festival estava cheio e muito bonito. A música estava incrivel! os caras tocavam muito!! *_*

Eu encontrei algumas pessoas na porta e fiquei conversando. Encontrei o André, que eu conheci no show do Angra e do Sepultura, por pura sorte. Encontrei também a Angel, que eu finalmente conheci pessoalmente, e que me apresentou a um monte de bangers de Rio das Ostras e arredores =D
Sinceramente, me senti envergonhado por Niterói ter uma cena de Heavy Metal tão menor que a de Rio das Ostras =(

De lá, o meu pai foi dormir e eu fui comemorar com meus novos conhecidos.
Mais churrasco, mais bebida (isso tá ficando repetitivo) e uma guitarra sendo compartilhada, dispersando riffs de thrash metal por toda a casa. E a volta no frio enregelante

No dia seguinte, apesar de acordar um pouco tarde, ainda deu pra tirar umas fotos com meu pai. Aqui vai uma:


Espero poder dar uma passada pela casa do Old man, daqui a duas semanas, quando for pro Noise Fest. Realmente dá saudades passar tanto tempo longe dele >_<

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Babe, Since I've Been Loving You...

É dia dos namorados e mais uma vez eu estou encalhado. Mas eu não ligo e não guardo rancor das pessoas que vão trocar presentes e fazer sexo selvagem hoje. E pra provar isso, eu até fiz um presente a todos que visitarem o meu blog hoje =D

É o seguinte: eu detesto músicas românticas convencionais. Aquelas coisas mal-feitas e melosas. Iurrrc!! Por isso resolvi mostrar pras pessoas que não é necessário ouvir música emo ruim pra ouvir música que fala de amor. Aqui vai uma pequena lista de músicas que falam de amor, de romance, de tragédias amorosas, ou de relacionamentos, de muito bom gosto:
(ordem: música - banda)
  • Ghost of a Rose - Blackmore's Night
  • When Sorrow Sang - Blind Guardian
  • Ride On - Cruachan
  • Never, Ever - Hammerfall
  • The Phantom Opera Ghost - Iced Earth
  • You Got me Floatin' - Jimi Hendrix Experience
  • Love You To Death - Kamelot
  • You Looked Into My Eyes - Korpiklaani
  • Since I've been Loving You - Led Zeppelin
  • Bota com Buraco de Bala - Matanza
  • Cemetery Gates - Pantera
  • Love of My Life - Queen
  • I Believe in Thing Called Love - The Darkness
É isso. Como podem ver, ninguém pode usar romance como desculpa pra ouvir música ruim.

Feliz dia dos namorados a todos!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Está aberta a temporada

A temporada de festas juninas de Niterói está oficialmente aberta para mim! Começando pela festa do colégio da minha irmã, o São Vicente de Paulo. Festa normal: comida boa e cara, diversão moderada, um monte de pleissons e cocotas. Às 7:40 (pontualidade londrina) começou a quadrilha da série da minha irmã, que eu assisti acompanhado do Ludo, amigo meu e dela e jovem rockeiro, que havia se recusado a participar da dança xP
Aliás, as quadrilhas de hoje estão surpreendentemente diferentes das quadrilhas da "minha época". Estava tudo a mesma mesmice de "Olha a chuva! É mentira!" quando de repente, a arcaica música folclórico-caipira parou para dar lugar a abertura da novela das oito! O_o
COMO ASSIM?? Não vou nem me espantar mais, se eu viajar pro interior de minas e as pessoas estiverem vestindo saari, usando pedras na testa e maquiagem pesada!!

[aí vai o vídeo]

(A minha irmã é a garota estranha, de camisa branca e boina ^_^)

Logo em seguida a música caipira foi novamente interrompida. Pra dar lugar a música de carnaval!!

E por falar em carnaval, para quem não sabe, o mês de Junho em Niterói é segundo Fevereiro do ano. Não é nada mais do que uma desculpa para adolescentes que mal entraram na puberdade, bebam, fumem, e pratiquem todo tipo de depravação. As meninas fazem uma competição implícita de "quem vem com a menor saia ou short". Os casos de briga entre pleissons aumentam em 1000% e por toda a cidade, bêbados caem sobre os próprios vômitos durante a madrugada.
Em resumo: é uma típica festa de família brasileira.

Claro, que eu não pude deixar de ter a minha própria dose dessa corrupção moral, ajudada por um límpido litro de Orloff.
E pra não pagar de irmão mau, levei a pequena comigo. Não! Ela não bebeu (pelo menos eu não vi). Eu deixei ela a uns 20 metros de distância, sentada na areia, numa pacífica roda de luau, acompanha de uns dez garotos cheio de hormônios aflorando pela pele e alguns litros de bebida destilada. Super safe!

Não há mágoas no mês Junho. Tudo é festa em Niterói. O importante é todo mundo se divertiu, todo mundo ficou feliz (ou não).
Alguns pintaram o chão com o que comeram (e beberam); mas estarão bem até o próximo fim de semana.

Onde poderemos fazer com que nossas almas imortais cheguem um pouco mais perto do Inferno ^-^

Até a próxima!

domingo, 31 de maio de 2009

Uma noite de ultraviolência

Sexta-feira, 29/05/2009.
Um dia a ser lembrado para sempre na minha vida.
A data marca o encontro, no Rio de Janeiro, das duas maiores bandas de metal do Brasil: Sepultura e Angra

A abertura, ao contrário do que eu pensava, foi com Angra. E ao contrário do que a maioria pensava, o show mais cheio não foi o do Angra. O show do Angra foi bom e muito legal. Mas foi só. O novo jeito do Edu cantar, não influenciou tantas músicas quanto esperado. É claro, que ele conseguiu reduzir Lisbon de muito foda pra muito boa. mas tá tudo bem. O Confessori toca muito bem, aliás. Apesar de ser bem menos rápido que o Aquiles, a forma como ele toca deixa as músicas muito mais agradáveis ao contrário da mesmice que a música do Aquiles, por vezes, apresenta. Além disso, para compensar a falta de velocidade nos pedais, o bumbo estava afinado de modo a fazer um som bem grave, o que se mostrou muito bom ^_^

Mas apesar do Angra não ter ido mal, a maior parte das atenções se voltou para as estrelas da noite: o Sepultura.
Começando com a primeira Intro do álbum novo, A-Lex, eles criaram um clima de sombria expectativa no público. As pessoas esperavam violência, brutalidade e agressividade.
E conseguiram. Assim como o Moloko Mesto deixava Alex DeLarge e seus droogies prontos para a ação e para a ultraviolência, a música de mesmo nome do Sepultura fez com que dezenas de jovens e adultos, de idades bem diferentes, dessem empurrões e murros numa enorme roda punk (se é que aquela batalha pode ser chamada apenas de "roda punk"). Aliás, o show inteiro, pode ser resumido em uma ou duas grandes rodas punk, incitadas pelas músicas mais novas que resgatam o peso e a velocidade do antigo Sepultura (incluindo Convicted in Life, do álbum anterior ao A-Lex) e por vários clássicos da banda: Refuse/Resist, Dead Embryonic Cells, Territory, Arise, Roots Bloody Roots, Attitude, entre outros...

Alexander DeLarge brinda a esse show

Algo que eu tenho de importante a dizer, é que esse foi o meu primeiro show do Sepultura e eu tiro lições importantes dessa noite.

Em primeiro lugar, a música. A música do Sepultura, ao vivo, é contagiante, epidêmica. Faz você ter vontade de socar, chutar, quebrar e esmagar. Faz você ver cada pessoa na sua frente como um irmão de sangue. Ela é agressiva, bem feita, rápida, pesada, divertida, brutal...e mesmo sabendo de tudo isso, muito antes de ir ao show, você se sente enlouquecido e sem reação. Você tem vontade de gritar, bater a cabeça, esmurrar. Você faz tudo isso, ao mesmo tempo, e você ama o que está fazendo.

Em segundo lugar, as pessoas. Por mais escrotos e marrentos que alguns fãs de Sepultura pareçam ser, eles se tornam bárbaros civilizados ao entrar numa roda punk. Ninguém saiu ferido (ninguém que eu tenha visto). Um rapaz, próximo a mim, foi jogadas no chão, sendo prontamente reerguido pelo mesmo homem que o empurrou. O esforço de uns para proteger suas namoradas, era respeitado, na medida do possível. Eu mesmo, levei porrada pra ajudar um cara que eu nunca tinha visto a amarrar os cadarço do tênis! As pessoas se agrediam, para momentos após, estarem se abraçando.

Isso, eu acredito, é Sepulnation. E a partir de ontem eu faço parte oficialmente na "nação Sepultura" xD.

Well, my droogies. This was a real horrorshow night!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Contato Físico? Só em roleplay!

Eu fiquei mais um bom período sem postar (não postei no Dia do Orgulho Nerd, mas foi porque não deu tempo) e eis que surge uma história mais que digna de ser contada. Estava eu, vagabundeando no Shopping Tijuca – Jorge Lemos não deu aula por causa de um problema na (rsrs :x) hérnia – com meus amiguinhos, Priscila e Kalvo. Como todo bom trio de nerds, nós nos sentimos irresistivelmente atraídos pela livraria mais próxima e entramos na Saraiva.
Tudo tranquilo e normal, o Kalvo comprava mais um livro do Conn Iggulden, enquanto eu e a Priscila babávamos em cima de alguns livros de ficção e fantasia. Quando, de repente, meus sensores captaram a presença de uma mulher interessante (outra além da Priscila) no perímetro. Minha cabeça girou e eu me deparei com uma bela adolescente, pálida, de penteado um pouco otaku, vestido preto e meia ¾ listrada.

*_* Babei!

A Priscila me mandou atrás dela, mas eu nem pensava nisso. Afinal, esse tipo de garota não é dificilmente encontrada pelo Rio. Além do mais, eu nem tinha o que dizer a garota! É claro que a coisa toda mudou de figura quando eu virei de novo e ela de novo e ela tava lendo um livro de D20 System!!

*_* Babei mais ainda!

Eu não conseguia me segurar! A iniciativa foi da Priscila, mas logo eu arrastava os dois em direção aos livros de RPG – livros esses, que eu já vi e revi diversas vezes e não tinha absoluta necessidade de ver de novo. Começamos uma animada conversa sobre Demon: The Fallen (que os dois acabaram comprando) pra atrair a atenção da garota e o que era de se esperar: funcionou! Logo nós conversávamos animadamente sobre experiências literárias e RPGísticas, com uma bela estranha.
Foi uma meia hora de conversa, e deu pra sacar que a garota não é só um rostinho bonito. Não! Ela também tem idéias muito boas de background de personagem. Trocamos e-mails e promessas de nos encontrarmos pra jogar algumas sessões de Vampire: Dark Ages. Ao nos despedirmos, ela me estendeu a mão (timidez, eu pensei) mas eu me adiantei pra dar dois beijos. Ela me parou no meio do caminho pra avisar:
– Desculpa, mas eu não acredito em contato físico.
QUÊ?? O.o E ela falou como algo do tipo...QUALQUER contato físico. Olha como eu me senti:



Ééé...vivendo e aprendendo. Mais uma experiência acumulada; mais uma pessoa interessante e inteligente que eu conheço. Não há pesar, até porque não se pode ganhar todas >_<

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Eu já não escrevo no meu blog faz um bom tempo (como se alguém notasse u_u), e, se não escrevi, foi porque não surgiu nenhum assunto. Mas como dizem: "Uma andorinha só não faz verão". E assim os dias se sucediam, sem que surgisse uma idéia, ou assunto razoável, sobre o que escrever. Mas resolvi juntar todos esse dias e fazer um balanço geral. Vou tentar fazer o melhor possível, porque estou escrevendo sobre influência de entorpecentes - tá bem! foram só duas cervejinhas - e minha memória não está funcionando muito bem.

Nestes últimos dias, eu e o meu bonde (BdBD - Bonde da Bola Direita) travamos uma épica batalha ideológica contra os malvados alunos menos capazes, que querem convencer a massa CEFETiana de que eles realmente são a escolha certa para o Grêmio. Eu acredito piamente que a CHAPAdos GNOMOS - pra quem não sabe, essa é a Chapa em que eu estou - é a melhor escolha para os alunos atuais. A partir de 2008, a tendência no aumento de playssons que se apresentava desde 2005 no colégio, foi substituída por um surto de ecleticismo. A geração caloura de 2009 apresenta um ótimo número de nerds e rockeiros, que se preocupam menos com os campeonatos esportivos e com suas próprias vidas, e mais com as políticas externa e interna, as atividades artísticas e culturais e com o ensino do CEFET. E é claro, que não pretendem aceitar tudo o que a direção diz, e que NÃO QUEREM UM GRÊMIO QUE SÓ SERVE PARA CHUPAR O SACO DO DIRETOR BADENES, EM TROCA DE FAVORES. Por isso a GNOMOS é que deve receber a maioria das cadeiras, seguida pela Sempre em Frente (eu gosto muito dos nossos amigos, e sei que eles são os mais indicados pra cuidar da política externa, mas eu também tenho vontade de ganhar =DD)

Além da disputa do Grêmio estudantil, só existem as notícias triviais de um típico adolescente, como as minhas boas notas, conseguidas sem quase nenhum esforço \o/. Os meus pobres companheiros que sofrem por amor ou paixão (parece até epidemia). Caso algum esteja lendo, eu quero que saiba que eu ando de bom humor - apesar da falta de dinheiro crônica - e que você pode vir desabafar comigo (é sério!)

Eu acabei 1984 hoje, também. Eu posso dizer francamente, que essa obra é o sepultamento tardio do socialista dentro de mim. Eu sou por completo (eu acho) a favor da liberdade. O final do livro também me fez ter vontade de matar a minha amiga Priscila, que é facista até a tampa. Claro que eu gosto demais dela pra matá-la (mesmo que isso seja melhor para toda a humanidade).

Para completar a minha semana, nada melhor do que comprar o maravilhoso ingresso do Sepultura + Angra *-*
Agora e me sinto o homem mais feliz do mundo, mesmo sendo gordo, feio, não tendo dinheiro nem mulheres.

Até mais pra aqueles que ainda lêem esse troço e sejam felizes.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ó Pátria Amada, Idolatrada...

O Brasil é um país com aproximadamente 8.514.876,599 km². Um país tão grande, com uma população de apenas 190 milhões, com território em áreas de vegetação e clima tão diferente, só poderia dar margem as disparidades ímpares que o Brasil possui.

Por exemplo: só um país como o Brasil consegue alternar uma época de seca assassina com uma temporada de tempestades e enchentes mortais, entre duas regiões do país, ao mesmo tempo! Só em países como o Brasil existe um estado quase totalmente urbanizado, contando com uma cidade vital para o país e importante para a economia mundial, ao mesmo tempo que possuí um estado que, para todos os fins práticos, nem ao menos existe!

Abordando o campo da língua portuguesa...As variações regionais são tão absurdamente díspares, que seria impossível para um estrangeiro desavisado, reconhecer o português com o sotaque do interior do Rio Grande do Sul como sendo a mesma língua falada no interior do Maranhão. Isso sem falar na construção de locuções verbais e nominais, na criação de palavras, que não obedece a nenhum padrão ou regra pré-estabelecido. Estudemos o estado que mais me fascina na área da transformação das palavras e locuções: a Bahia

A Bahia é o único lugar em que usando uma pequena palavra, você consegue expressar uma oração inteira! Só na Bahia você consegue apontar uma pintura, ou um pôr-do-sol que o fascina, consegue avisar um transeunte prestes a ser atropelado, ou simplesmente mostrar ao seu amigo a gostosa da sua vizinha que está vindo de short, com uma única palavra: "Ópaíó" - a palavra deve ser lida d acordo com a acentuação. Isso não é francês!.
Só na Bahia você pode perguntar ao seu cliente se ele deseja mais café, achocolatado, açúcar, ou uma carreirinha de coca, simplesmente perguntando "Pópôpó?"
O Carnaval da Bahia promove mais inclusão social que os programas dos governos brasileiros. Nessa grande festa alegre, descontraída, libertina, e suja você não precisa nem ser analfabeto funcional. Não! Você não precisa nem mesmo conhecer as consoantes. Você pode acompanhar todas músicas cantando "Aê, aê, aê, aê! Ê, ê, ê, ê! Ooooohh!"

Mas a campeã é, com toda a certeza, a "palavra Baiana" da lei. A não-frase que permite ao policial separar brigas, impedir sexo em público, ou simplesmente parar uma discussão acalorada. A maior arma da polícia baiana possui oito letras (isso, na Bahia, é muito!) mas pode ser dita em uma só sílaba: "Óoauêaêô!"

O Brasil não é a Pista nº 1 e nós não estamos em 1984, mas cada vez mais só se fala em novilíngua aqui. E se o Lula se auto-proclamar Grande Irmão, eu mudo o meu nome pra Winston!


Agora, falando sério (coisa rara)...As línguas são pra serem modificadas mesmo, e é necessário também que algumas pessoas deixem de lado o elitismo pra aceitar algumas mudanças. Mas é necessário diferenciar modificação de destruição. É preciso voltar alguns anos na construção da língua para podermos criar gírias com mais consoantes e menos estupidez.